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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
domingo, 16 de janeiro de 2011
terça-feira, 16 de novembro de 2010
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
sexta-feira, 9 de julho de 2010
a night flight sonnet
I invite you to join me tonight
if you come, be welcome,
to a dream's night flight
the darkness, our home
you've better stretch your wings
to stay by my side
because there are some things
that shadows use to hide
my owl's eyes can see too far
and also through the smoke
are you able to believe?
don't be afraid of what we are
just feel the wind's stroke
everytime that you breath
if you come, be welcome,
to a dream's night flight
the darkness, our home
you've better stretch your wings
to stay by my side
because there are some things
that shadows use to hide
my owl's eyes can see too far
and also through the smoke
are you able to believe?
don't be afraid of what we are
just feel the wind's stroke
everytime that you breath
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Era outra vez...
(Em noite de lua cheia, meia noite é noite e meia.)
A mesma menina que encarava corujas. E ensonhava noites afora... Muitas vezes, o mesmo sonho sem nome. Vez ou outra um sonho novo. Ia, como ventania, pairando de sonho em sonho. Acordava, n'outro lugar, e pensando não mais sonhar, tornava a acordar. Sempre que fechava os olhos, não sabia onde ia parar...
Era outra vez... Outro sonho.
terça-feira, 27 de abril de 2010
sexta-feira, 23 de abril de 2010
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
As Senhoras do Pássaro da Noite II
"Eleye com uma boca redonda.
Pássaro àtíòro que desce docemente.
(...)
Ela colocou no mundo "Vertigem"
Ela colocou no mundo "Troca e sorte"
(...)
Vento secreto da Terra.
Vento secreto do além.
Sombra longa, grande pássaro que voa em todos os lugares.
(...)
Ela voa abertamente para entrar na cidade.
Vai à vontade, anda à vontade, anda suavemente para entrar no mercado.
(Faz as coisas de acordo com sua própria vontade).
Elegante pássaro que voa no sentido invertido de barriga para cima. "
(Verger; 1992:90)

Pássaro àtíòro que desce docemente.
(...)
Ela colocou no mundo "Vertigem"
Ela colocou no mundo "Troca e sorte"
(...)
Vento secreto da Terra.
Vento secreto do além.
Sombra longa, grande pássaro que voa em todos os lugares.
(...)
Ela voa abertamente para entrar na cidade.
Vai à vontade, anda à vontade, anda suavemente para entrar no mercado.
(Faz as coisas de acordo com sua própria vontade).
Elegante pássaro que voa no sentido invertido de barriga para cima. "
(Verger; 1992:90)

vai, voa essa noite...
vai suave, pousa em silêncio
eu dormindo te espero voltar
vai, voa essa noite...
já sabe o que tem de levar
vai, voa essa noite...
e volta antes de nascer o dia
pra minha guarda, pro seu lugar
vai, voa essa noite...
que eu serei livre quando chegar
vai suave, pousa em silêncio
eu dormindo te espero voltar
vai, voa essa noite...
já sabe o que tem de levar
vai, voa essa noite...
e volta antes de nascer o dia
pra minha guarda, pro seu lugar
vai, voa essa noite...
que eu serei livre quando chegar
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
segunda-feira, 13 de julho de 2009
quinta-feira, 2 de julho de 2009
the owl in my low
sábado, 23 de maio de 2009
domingo, 3 de maio de 2009
segunda-feira, 27 de abril de 2009
owl's dreams
Essa coruja que eu trago nas costas, que me faz alçar lindos vôos, tem me trazido muita coisa... Sempre carreguei ela comigo, e de uns tempos prá cá resolvi estampá-la... e agora acho que ela é quem me carregava, no bico, lá no alto... E vendo tudo pequenininho, lá de cima, descobri que vê-se melhor! Qua as coisas de perto parecem maiores, algumas vezes até únicas... Mas quando vê-se o todo, percebe-se que é nítida a diferença entre o que as coisas são e o que parecem ser. E o que queríamos que fossem... Não, ela não me carrega mais... Aprendi a voar sozinha! Voamos juntas... O mesmo vôo... Eu sei voar! Ela agora é o lado de fora, mas eu sou o dentro... Ela enxerga as coisas no escuro, depois vem, e me conta tudo... E eu acordo sabendo... Não há nada mais que passe por mim sem que eu o saiba. Não há distância que eu não alcance em sonho, numa só batida de asas. Não há um só som que eu não possa identificar, não importa o zunido. Não há ser que se aproxime sem antes eu arrepiar... Não sei se é de todo bom, saber tanta coisa assim... Mas já até me acostumei. Tinha me esquecido de como era fácil! Simples como subir à tona para respirar... É só fechar os olhos e não pensar.... Vem coruja, vem... pia aqui no ombro só pra eu escutar... E depois vai, e voa sozinha... Que agora eu já sei - ninguém vai me alcançar...
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